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02 julho 2010

Ai, meus quartos!... Sabendo o que se esconde neles, dá pra melhorar... e MUITO !


É um dia tranquilo. Tudo fluindo normalmente. Voce está "bem" e, de repente, um movimento se faz e... -Ai, ai, aiii!
Uma forte dor nas costas, localizada da cintura para baixo. Voce se dobra, entorta para o lado, leva as mãos à região dolorida na tentaiva de aliviar o desconforto e de retornar a uma postura ereta e... continua o - Ai, ai, aiiii!.
Andar, sentar, vestir-se, permanecer de pé, deitar, dormir... Tudo fica complicado e piora ainda mais na hora de se levantar. Se espirrar voce vê estrelas e, às vezes, dói até quando voce respira.

Se voce já viu este filme, se ouviu alguma história a respeito do assunto ou não, saiba que:
- há estudos que afirmam que 3 em cada 4 indivíduos sofrem ou sofrerão deste mal na idade adulta;
- é a segunda síndrome dolorosa que mais acomete o Homem, atualmente, sendo cefaléia a primeira;
- constitui-se numa das principais causas de incapacidade funcional, que impossibilita o trabalho de forma temporária ou permanente e,
- apesar das sofisticadas técnicas de exames existentes, permanece a dificuldade em determinar-se, exatamente, o local de origem desta dor.

Trata-se da lombalgia. Numa definição bem simples, lombalgia refere-se à dor (algia) que acomete a região inferior das costas (o lombo), localizada entre o arco formado pelas últimas costelas e as nádegas, com ou sem envolvimento neurológico. Pode irradiar-se para baixo, ao longo do trajeto do nervo ciático, projetando-se para a face anterior da coxa até o joelho (dor ciática ou lombociatalgia). Apresentando em alguns casos parestesia (formigamento) ou dormência nos pés e/ou artelhos (dedos dos pés).
Algumas de suas causas são: a postura, trabalhos pesados, sedentarismo, obesidade, depressão, condições climáticas, herança genética.

Em minha visão e entendimento há muita coisa a mais escondida por trás desta dor. Constato que, investigando-se com cuidado, encontram-se raizes de fundo emocional embasadas em fortes e repetitivos padrões de pensamento que, se ignorados ou desprezados no tratamento, mais cedo ou mais tarde farão voltar as dores lombares. Sua resolução, através de terapia, é vital à cura da lombalgia.

Repare que, mesmo o fato gerador da lombalgia sendo a má postura, o esforço excessivo, a obesidade ou o frio intenso, quantas pessoas trafegam tortas por aí sem qualquer queixa de dor lombar ? Quantas carregam fardos enormes e a lombar nem se manifesta? Quantos estão acima de seu peso sem sintomas de lombalgia? Quantos habitam no gelo imunes a ela ?
No entanto, há pessoas que apresentam uma vulnerabilidade que possibilita a ocorrência da lombalgia em seu corpo e esta fragilidade decorre de algum conflito emocional. Há também pessoas que submetidas a um mesmo tratamento, a cirurgias físicas ou espirituais, voltam a apresentar os memos sintomas de lombalgia e outras não. Careciam da resolução do fator emocional.

Esclarecendo:
A coluna vertebral (CV), "eixo responsável pela sustentação do corpo, pode ser abalada numa situação em que a pessoa enfrente um problema difícil de resolver" (Valcapelli), pode sinalizar também uma incapacidade de se apoiar; falta de confiança na vida.
A região lombar, especificamente, proporciona mobilidade ao corpo (rotação, flexão, extensão), suporta a maior parte do peso corporal (tronco, membros superiores, pescoço e cabeça) e mais qualquer peso extra quando estamos na posição sentada ou em pé. Assim, pode ter a sua saúde comprometida em casos em que o indivíduo:
- sente-se incapaz de sustentar-se ou aos seus;
- mostra-se habitualmente inflexível em suas posturas;
- vive situação de muito medo ou ameaça;
- em sendo uma mulher, exerce a função de sustentar a família, ou abre mão do seu "ser feminino".
"Outra explicação para os problemas nesta área está ou no bloqueio dos prazeres sexuais ou no seu extremo oposto (abuso sexual)" (Cristina Cairo).

Na Medicina Tradicional Chinesa (MTC), as dores lombares estão associadas a sintomas de desequilíbrio nos rins, sendo o medo crônico e, mais ainda, o medo de viver, amar, sofrer, as emoções que fazem os rins adoecerem, além da paranóia, instabilidade emocional, mesquinharia, estagnação e o andar em círculos.

Pegue-se o medo de ser demitido de seu ótimo emprego, associado à crença de que não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe.
Ou o pavor de sofrer acompanhado do pensamento de que voce está aqui neste mundo de expiação para isto mesmo e não adianta fazer nada.
Ou então o medo de fracassar somado à máxima de que voce é mau e nunca vai ser nada mesmo na vida, até porque não merece ser feliz.

Sendo cada pessoa única, com sua história de vida, seu sistema de crenças, sua identidade, a cada uma cabe uma abordagem também única no tratamento dos fatores físico e emocional. Faz-se fundamental:
- saber ouvir o relato do paciente;
- ouvir o que seu corpo fala;
- buscar compreendê-lo;
- respeitá-lo;
- que o terapeuta utilize seus conhecimentos e facilite, assim, o processo de cura do paciente. A cura é sempre feita pelo paciente. O terapeuta apenas facilita o processo. Caso o paciente resista, nenhuma técnica, nem nada pode curá-lo.

As etapas principais do tratamento são:
1.a : Anamnese bem conduzida e abrangente, seguida de cuidadosa avaliação corporal, realização de testes específicos, para que se coletem dados sobre o estado atual do paciente e seu histórico.
2.a : Sanar ou, ao menos, reduzir o sintoma principal: a dor, através de exercícios, massagens, calor, alongamentos. As técnicas a utilizar, as regiões a se trabalhar, a intensidade e qualidade do toque a empregar, a energia a se alinhar, serão conforme o caso se apresente.
3.a : Aliviada a dor, é preciso então trabalhar a reformulação interior quanto às emoções e os padrões de pensamento, resgatando a auto-estima, a esperança, o perdão, o amor e a consciencia do poder de cura que há dentro de cada um.

Feito isto, a luz entrará nos "quartos" pondo fim aos fantasmas da lombalgia.

Para maiores informações consulte: "A Doença Como Caminho", de Thorwald Dethlefsen e Rüdiger Dahlke, "Linguagem do Corpo" de Cristina Cairo, "Metafisica Da Saude" de Valcapelli e Gasparetto, "A Doença Como Símbolo" de Rudiger Dahlke , “Cure seu corpo” de Louise Hay.

Artigo publicado na Revista Prana - Rio - RJ edição de Agosto/2010, no Jornal +Petrópolis - POA -RS edição de Junho/2012 e na Revista O Financeiro - POA - RS edição de Julho/2012.

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